
Existem filmes e FILMES. Havia assistido alguns trechos sem compromisso de Fonte da Vida (The Fountain) e já havia percebido o tom especial e bastante peculiar que ele transmitia. Mas vendo de novo, e dessa vez o filme completo, me convenci de que se trata de um filme singular. É dirigido por Darren Aronofsky e traz Hugh Jackman (Tomas Creo) e Rachel Weisz (Izzy Creo) nos papéis principais. Aliás, ambos nos devotam atuações que só quem assiste pode definir. Palavras são muito limitantes para descrever o quanto esses dois atores nos envolvem com a história do filme e, convenhamos, é muito melhor ver Hugh Jackman fazendo papéis dramáticos do que fazendo o Volverine de X-man.
Fonte da Vida trata de um tema bastante interessante, principalmente para um estudante de medicina. Porém é um filme difícil de se descrever. Tomas Creo é um astuto pesquisador que busca desenfreadamente encontrar a cura para o câncer que está matando sua mulher Izzy. Vários núcleos se desenvolvem a partir de um romance que Izzy está escrevendo, pressentindo o fim da sua vida, e baseado na Espanha do século XVI, especialmente na busca pela lendária árvore da vida, mito de uma lenda do povo maia. Uma outra história, muito pouco inteligível, mas não menos interessante, mostra Tomas como um guru, flutuando em uma bolha gigante contendo uma árvore da vida desfolhada. O romance de Izzy e a vida como pesquisador de Tomas são analogias veladas que o espectador mais atento pode facilmente perceber.
No entanto o que me chamou mais a atenção não foram os diversos núcleos no qual a história se desenvolve. Na verdade, às vezes fica até complicado estabelecer relações entre eles e a transcendência impera em boa parte do filme. O mais interessante, na minha humilde opinião, foi ver, e tentar imaginar, como seria encarar o desafio de buscar a solução para o problema que está matando a pessoa que você mais ama. Essa idéia proposta pelo diretor foi genial e nos faz refletir bastante sobre ciência e sobre o próprio amor. Até onde o amor por alguém pode nos levar? Até onde a ciência pode nos levar? Até onde a morte de um pode significar esperança de vida para outro?
Vida, morte, ciência, amor, transcedentalismo, metafísica. Todos esses são assuntos que sempre me atraíram fortemente. Fonte da vida reúne tudo isso de modo excepcionalmente melodramático e emotivo. Me levou as lágrimas em vários momentos e é, com certeza, um dos melhores filmes que eu já assisti.
Fonte da Vida trata de um tema bastante interessante, principalmente para um estudante de medicina. Porém é um filme difícil de se descrever. Tomas Creo é um astuto pesquisador que busca desenfreadamente encontrar a cura para o câncer que está matando sua mulher Izzy. Vários núcleos se desenvolvem a partir de um romance que Izzy está escrevendo, pressentindo o fim da sua vida, e baseado na Espanha do século XVI, especialmente na busca pela lendária árvore da vida, mito de uma lenda do povo maia. Uma outra história, muito pouco inteligível, mas não menos interessante, mostra Tomas como um guru, flutuando em uma bolha gigante contendo uma árvore da vida desfolhada. O romance de Izzy e a vida como pesquisador de Tomas são analogias veladas que o espectador mais atento pode facilmente perceber.
No entanto o que me chamou mais a atenção não foram os diversos núcleos no qual a história se desenvolve. Na verdade, às vezes fica até complicado estabelecer relações entre eles e a transcendência impera em boa parte do filme. O mais interessante, na minha humilde opinião, foi ver, e tentar imaginar, como seria encarar o desafio de buscar a solução para o problema que está matando a pessoa que você mais ama. Essa idéia proposta pelo diretor foi genial e nos faz refletir bastante sobre ciência e sobre o próprio amor. Até onde o amor por alguém pode nos levar? Até onde a ciência pode nos levar? Até onde a morte de um pode significar esperança de vida para outro?
Vida, morte, ciência, amor, transcedentalismo, metafísica. Todos esses são assuntos que sempre me atraíram fortemente. Fonte da vida reúne tudo isso de modo excepcionalmente melodramático e emotivo. Me levou as lágrimas em vários momentos e é, com certeza, um dos melhores filmes que eu já assisti.
J.B.
Nenhum comentário:
Postar um comentário